Diva ensina: A que Feira devo ir?

Há poucas coisas mais interessantes do que ir a uma feira comprar porcarias que não lembram ao menino Jesus. E porquê? Porque custam uma ninharia. Claro que falamos de velharias, ou roupa em segunda mão, que não me criam qualquer espécie de constrangimento. Pelo contrário, gosto de usar coisas com história, desde que não tenham piquinho a mofo.

Acontece que, nem todas as feiras são a nossa cara.

Daí o tema de hoje ser:  Diva ensina: A que Feira devo ir? 

Aristocrata falida com cinco apelidos, intercalados com pelo menos dois “De”.

Sugestão: Feira das Antiguidades – Praça da Alegria e Avenida da Liberdade.

Porquê?

A maior parte dos feirantes que participam neste evento são, também eles, tios falidos capazes de enganar os pobres com antiguidades que valem menos de nada. Lembrem-se, nem tudo o que é velho é vintage e, nem tudo o que se vende na Avenida da Liberdade é grife. Muito cuidado amigas.

Hipster, Pin-up ou Pin-downTrashy, Fashion Victim da Linha Verde

Sugestão: Feira das Almas – Anjos

Porquê?

Esta feira só permite a entrada às pessoas com um estilo demarcadamente urbano. Quem não tem pelo menos uma tatuagem à vista, ou nenhuma argola a perfurar o septo, será absolutamente desprezado. Por outro lado, quem não teve a sorte de ter passado pela António Arroio ou, pela Faculdade de Belas Artes, não usufruirá do desconto de cliente na vinhaça do bar, nem será cumprimentado por ninguém.

Chanti, Rasta, Pessoa que vai ao Festival de Sines

Sugestão: Feira de Carcavelos

Quando mais ninguém achava possível que se vendessem t-shirts com a folha de cannabis estampada, eis que este artigo continua a ser o best-seller da feira mais antiga dos arredores de Lisboa. Além de roupa, aqui compra-se quinquilharia aos montes, fumos para todos os gostos e calças Aladino de todos os tamanhos. Pessoal da Paz, é aqui que têm que vir.

Mitra, Ladrão, Gajo cool,  Pessoa que foi furtada durante a night 

Sugestão: Feira da Ladra – Campo de Santa Clara

Tal como o nome indica, esta feira é composta maioritariamente por objetos furtados durante o dia anterior excetuando, naturalmente, as pessoas que vão fazer uns trocos com tudo e com nada. Se o teu telemóvel foi gamado no Bairro Alto às 3h, tens uma chance de o encontrar aqui entre as 5h e as 7h. Claro que também tens miúdas giras que tentam a sua sorte com umas roupinhas rotas, ou miúdas feias que até escovas de dentes usadas tentam impingir. É um sítio giro para passear e beber umas jolas.

Amantes de réplicas foleiras, “Betos” pobres, Pessoas com mau gosto.

Sugestão: Feira do Relógio – Chelas

Se há coisa que me faz confusão é a panca pelas réplicas. Nesta feira podes encontrar Luís Víctor, Chanil, Carolina Herreri e daí em diante… Sempre que estou na iminência de usar uma coisa destas, sinto que vou enganar o Mundo.

Simplesmente não é para mim.

Love

D.

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Diva no É a Vida Alvim

Numa bela tarde destas recebo uma mensagem do Alvim através do Facebook, a perguntar se gostaria de ir ao seu programa. Não pensei muito e, como sempre fui fã deste desgrenhado imprevisível, resolvi aceitar mesmo sabendo que não lido muito bem com situações deste género.

Assim que a data se começou a aproximar, e os suores frios a corromperem a minha pele, falei com uma amiga, também ela uma fantástica Diva, que me disse que devia comprar uns comprimidinhos naturais para me libertar dos sinais exteriores de nervosismo. Sugeriu-me Inderal. Ao que parece neutraliza os nervos sem nos deixar burras. Diva´s Material, frisou.

E, pronto, lá fui eu à farmácia: 

– Queria por favor Inderal, uns comprimidos naturais para o stress. – Disse eu muito convicta à mal disposta da farmácia.

– Minha querida, Inderal é tudo menos natural – e riu-se. Hipócrita, toda a gente sabe que as farmacêuticas são umas drogadas.

Ainda tentei dissuadia-la mas a pequena era mesmo manhosa e, sem receita, nada feito. Saí de lá com uns Valdisperts para acalmar os ânimos e já  foi uma sorte.

No dia anterior ao purgatório, e já com os calmantes no bolso, estava na hora de resolver o look para ir à TV.

Já tinha uma ideia de como iria vestida e, por isso, não estava muito preocupada. Isto até realizar que no programa iria estar sentada o tempo todo. Para terem noção, o que tinha em mente eram umas calças que só conseguia apertar deitada, quanto mais estar trinta minutos sentada, a respirar e a falar ao mesmo tempo. Impossível.

Fuck, como é que só tinha percebido isto agora?

Este look Diva vai à TV só funcionava na vertical…

Lá  tive eu que ir ao baú, como de costume, resgatar um vestidinho preto com o qual nunca me comprometo. Situação roupa: Check.

Ao final do dia e três Valdisperts depois, visto que resolvi experimentar logo para me certificar se a valeriana batia alguma coisa, dormi que nem um anjo. No dia seguinte, acordei preparada para o momento. Estava confiante. Só me faltavam as caneleiras para ir à audição do Fame.

Cheguei ao Canal Q cedíssimo, estilo saloia, e até tempo tive de entrar no restaurante do lado para beber um descafeinado. Já mais perto da hora, apaguei o 3º cigarro seguido e entrei porta dentro, pronta para vencer.

Uma rapariga simpática conduziu-me à maquilhagem onde, claramente, perceberam que já tinha dado um “toquezinho” nas fuças. Estava com medo que me proporcionassem só um arzinho saudável e eu, numa situação destas sem eyeliner, jamais me sentiria gente. Peço desculpa.

Já de poros disfarçados, vejo Pedro Miguel Ramos, meu companheiro de programa, sentado no sofá do estúdio. Além de o conhecer da televisão, naturalmente, tinha memória de um passeio caricato que fiz até à Covilhã, já há mais de 10 anos, onde me cruzei com ele.

Uma amiga querida, nativa da região das cerejas e das noitadas estudantis, fazia uns trocos na altura como barmade no Amo-te Covilhã. Acontece que, numa bela noite em que lá fui para os copos, com o pessoal da faculdade, lá estava o Pedro. O Dono do estaminé. Aquela figura da qual temos que refundir as vodkas que surgem milagrosamente “por debaixo” do balcão. A verdade é que me recordo que ele nos topou…

Pois é Pedro, ainda bem que não te lembras. Mas por favor, compreende, era nova e pobre. Agora já não sou cravas. Juro.

Pouco antes de iniciarmos a gravação do programa, conheci o Alvim. Alta energia e boa disposição. Era exatamente o que esperava dele. Ligeiramente mais penteado que o normal, no entanto.

Microfones já colocados, percebo que o sofá do cenário estava para mim e Pedro Miguel Ramos, como uma cadeira da Chico está para Fernando Mendes. Apesar de estar nervosa, e assim ligeiramente para o apertado, acabei por me sentir cool e a conversa fluiu. Ambos foram bastante simpáticos, o que também ajudou.

O porreiro do Alvim ofereceu-me o Gin Amo-te, que supostamente Pedro Miguel Ramos lhe trouxera como presente.

Dez anos depois, portanto, Diva torna a cravar o homem…

Como precisava espairecer, marchou quase todo nessa tarde.

Era simplesmente maravilhoso, recomendo.

Love,

D.

Diva tem cérebro de Gorda.

Assim que começo a sentir o calor fico logo com mais vontade de ir treinar.

Percebo que, a qualquer momento, vou ter que enfrentar a praia e encho-me de forças para cumprir algumas regras como, por exemplo, não comer um croissant de ovo por dia, como de costume. E fazê-lo, trabalhando ao lado de uma padaria que os tem quentinhos todos os dias, é mais difícil que acordar às segundas-feiras. Acreditem.

As pessoas que gostam de comer, como eu, são muitas vezes mal interpretadas. Quando me ouvem dizer que como bastante, respondem-me que estou a exagerar e que, se comesse assim tanto como digo, pesaria mais do que peso.

O que não entendem é que o problema não está no corpo. Está na cabeça.

Eu, apesar de pesar 64kgs, se bem que também não sou magra, tenho cérebro de gorda.

E perguntam vocês: O que é ter cérebro de gorda, Diva?

Passo a explicar:

– É comer uma empada de manhã, juntamente com o café, e ficar a pensar na segunda até à hora de almoço.

– É repetir 3 vezes o arroz de polvo da minha mãe, morfar sobremesa, e às 2h da manhã atacar o tacho que ficou no fogão.

– É ir ao Costelão e nunca ter o sinalizador de madeira com o verde virado para baixo.

– É comer sushi alarvemente e depois passar a noite em branco porque diz que a comida crua é indigesta.

– É não conseguir passar à frente do Galeto sem entrar para comer um croquete.

– É nunca pensar em fruta.

– É beber chocolate com leite e não leite com chocolate.

– É sonhar com o rissol de camarão da Tasca do Manel e acordar com a almofada babada.

– É comer presunto à pazada sem pão, porque assim é que é bom.

– É falar várias vezes sobre comida à refeição.

– É ter um namorado que te diz que comes como um homem.

– É estar na bicicleta do Holmes Place a ver o Masterchef..

– É comer a melhor tagine de legumes do mundo, feita pela Sú, e chateá-la durante meses até ela me convidar novamente para jantar.

– É descobrir o Pato à Pequim do Clandestino e ir lá picar o ponto todas as semanas.

Também é ficar irritada sempre que passo pelo cabrão do croissant de ovo e não lhe consigo resistir.

Isto é ter cérebro de gorda.

Vou treinar.

Love,

D.

Diva vai ao Papa Corações

Meus queridos

Amanhã, dia 18 de abril, vou estar no Papa Corações entre as 19h e as 00h para brindarmos ao sabor do novo Cocktail do momento,  o Diva.

Bem sei que esta coisa de fazer uma festa é um pouco armada aos cucos mas a ideia é termos um final de tarde simpático repleto de pessoas fixes, acreditem.

Vamos ouvir o som do Dj Daniel F, beber uns copos, ver umas roupinhas maravilhosas do Papa e, se possível, meter mais uns likes no Divas em Apuros. Pensavam que tudo isto era em vão? Não dou ponto sem nó meus amores.

Mas bom…

Também iremos sortear a Diva mais maravilhosa de todos os tempos, feita por Thomas Mendonça especialmente para este dia. Aviso já que vou tentar boicotar este sorteio porque amo esta ilustração e acho que ela só faz sentido em minha casa. Sorry.

Vai ser um dia importante para mim porque vou poder vestir roupa do Papa Corações sem pagar e, com sorte, nunca mais a devolvo.

Também vai ser uma oportunidade de encontrar algumas pessoas de quem falei menos bem no Divas. Podem vir com ovos e tomates que prometo não fugir. Mas por favor, na cara não, ok?

Amanhã é o dia em que vou receber os meus amigos toda contente e feliz num espaço que eu simplesmente adoro.

Conto convosco, sim?

Love,
D.

Diva ensina: Cuidado com os Copos Meninas!

As mulheres com os copos são sempre mais interessantes. Ganham atitude, ficam mais desinibidas, corajosas, dançantes e conversadoras.

O problema é que, muitas vezes, esta poderosa arma contra a timidez, e pró sex appeal, é mal utilizada e provoca absolutos dissabores.

É sobre o tema Cuidado com os copos meninas que vamos falar hoje.

A Mulher que só bebe vinho ao jantar 

Geralmente é mais madura e acha que as bebidas brancas são para as miúdas. O problema é que se estica na vinhaça e, ainda à hora do jantar, já se está a babar e com os dentes todos pretos do tinto. Não é fixe. Tenho dito.

A Mulher que só bebe shots. 

Nunca ninguém a conseguiu ajudar a ultrapassar a crise dos sweet sixteen. Aos 30 ainda pede unhas ao barman mais giro e sai à noite de pastilha elástica na boca. Apreciadora de casas que vendem shots a 1 euro, termina as suas festas em cadeirinhas humanas e com o mais feio do grupo a agarrar-lhe a testa. Já se sabe para quê. GREGOOOO!

A Mulher que só bebe Whiskey

Esta fera consegue ser muito assustadora. Depois das 6h, e 5 whiskeys depois, é capaz de verdadeiras atrocidades. É daquelas que arranja porrada no Europa, grita com tudo o que é seguranças e, ainda, perde a mala 3 vezes durante a noite. Chega a casa envia 40 SMS ao Ex, vomita-se toda e, finalmente, dorme. A parte boa é que no dia seguinte não se lembra de nada. Amén.

A psicótica do Gin

Desde que está na moda que não bebe outra coisa, é uma Gin Lover. Passa a vida nos sítios mais in a beber Gin com tudo e com todos. Ela é linhaça, pimenta rosa, zimbro… já experimentou de tudo. Fotografa os seus copos para meter no Facebook, armada em perita, mas geralmente não passa do primeiro. Como é caro, e o copo é grande, rende a noite toda. Falsa.

A Mulher que não conhece mais nada além de Malibu, Safari e Pisang Ambom 

Não sejas paneleira. Nem vou explicar porquê, tenho mais que fazer.

A Gaja das Jolas 

Confesso que tenho algum afeto por este género. Há poucas coisas mais belas do que ver uma mulher beber uma jola com atitude. Aconselho a arrotar assim para o baixinho e a tentar controlar a mija. De resto, Go Girl!

A Mulher que bebe de tudo

Começa com vinho ao jantar, depois toma uma amarguinha para aconchegar. Se vai para a night, inicia-se na Vodka e acaba no Rum. Vai satisfazendo a sua sede com o que lhe apetece. Depois das 5h, transforma-se num pequeno monstro que dança ferozmente sem olhar para o lado. Pisa pessoas, chateia-se com o Mundo. Tem grandes possibilidades de ficar a dormir na casa de banho da discoteca.

Se por acaso se cruza com a maluca do whiskey é um problema…

Dos grandes.

Love

D.

Diva conta tudo sobre a filha secreta dos Duques de Bragança.

Anda tudo num alvoroço por causa da filha secreta da Princesa Diana. Dizem que é a cara chapada dela e que a Kate, aquela cansativa, até já a conheceu.

Todos sabemos que as histórias que acontecem para lá das nossas fronteiras têm sempre mais interesse. Contudo, também nós andámos a ocultar um segredo ligado à monarquia portuguesa. É verdade.

Se não acreditam, façam favor de abandonar o meu espaço online.

Sou uma mulher de palavra.

Passo a explicar: 

D.Bigodes e D.Isabelinha também passaram pelo teste de fertilidade ao qual Lady Di e Orelhas se sujeitaram. Mas aqui a história foi diferente, e bem mais lusitana.

Os pseudo-reis da Tugolândia passaram por todo este processo no Hospital de S. José, entidade que acabou por deitar os óvulos principescos ao lixo, passado pouco tempo das análises. Como sabem, na altura não havia Ecoponto e por isso lá foram os bichos parar ao contentor, juntamente com os restos do frango assado e a litrosa do almoço. Era tudo à balda na altura. Uma vergonha.

Por outro lado, e pelas ruas de Lisboa, quem andava de lixo em lixo à procura de seringas em bom estado era Tucha, a rainha do Intendente nos anos 80. Ora, podem começar a tentar adivinhar a história…

Tucha, a mais digna das agarradas da altura, mulher que vendia o seu corpo sempre por um valor superior a 5 contos, era viciada em cavalo de corrida. Era este seu vício que a obrigava a procurar utensílios esterilizados nos contentores perto dos Hospitais. Num belo dia de ressaca pesada, na sua recorrente caça à pica, Tucha encontrou uns belos óvulos etiquetados com o nome “Ovinhos do Rei Bigodes”. Fez-se luz na sua cabeça como há muito não acontecia. Rapidamente agarrou os óvulos e decidiu dar uma volta de 500º à sua vida.

Nesse dia, em vez de se injetar na veia, Tucha resolveu perfurar-se com vida.

9 meses depois veio ao mundo Duartina.

Duartina era uma bebé doce, bonita, rechonchuda e saudável. Apenas tinha um problema físico bastante evidente. Nasceu com o bigode do pai.

Tucha, preocupada com a infância da garota e com todo o bullying que esta poderia vir a sofrer, percorreu todos os gabinetes de estética para resolver o assunto. Mas foi em vão. Esta disfunção genética demonstrava-se irreversível. A pequena Duartina era um misto de D.Duarte com Artur Jorge, não havia nada a fazer.

Desesperada, esta mãe foi ter com D.Duarte e D. Isabelinha para tentar ajudar a garota. Fecharam-lhe a porta na cara.

Disseram-lhe que apesar de terem pena da miúda, estavam na penúria, daí andarem sempre tão mal enjorcados. Tucha tomou coragem e, mesmo desorientada, resolveu abandonar o país e ir para a Áustria com a sua menina.

Hoje, Duartina, é uma mulher de sucesso.

Mudou de nome, venceu a Eurovisão e nunca mais quis saber dos seus pais biológicos.

Também eu fiquei incrédula mas é verídico.

Conchita é filha legítima dos reis de Portugal.

Love,

D.

Diva assume que gosta de Cláudio Ramos.

Ontem tive o prazer de assistir ao Passadeira Vermelha na Sic Caras, programa que me inspirou a escrever este texto.

Naturalmente que foram 30 minutos em que não aprendi absolutamente nada. A natureza dos assuntos que se discutem neste espaço televisivo refere-se à vida das figuras públicas e, além de não fazer ideia de quem são algumas delas, muito menos entendo o que papel desempenham na vida pública portuguesa. Mas a verdade é que vi o programa até ao fim. E sabem porquê?

Pelo Cláudio Ramos.

Essa figura que imensa gente diz odiar.

Apelidam-no de bicha irritante, presunçoso, entre outros nomes simpáticos que já ouvi sobre a sua pessoa. Mas eu, minhas queridas, acho-lhe imensa graça. Pronto. E foi por isso que vi, e ouvi, aquela conversa da treta até ao fim. Apenas para prestar atenção às intervenções do Cláudio.

Ele é um mundo repleto de coisas cómicas e, claramente, uma Diva das nossas. Explico-vos porquê:

. Cláudio Ramos não fala inglês. Sempre que necessário no programa, fala um dialeto que é muito próprio que realmente soa a inglês. E fá-lo de forma assumida.  É mesmo bom ouvi-lo e ver como goza consigo próprio.

. Cláudio Ramos gosta de uns lives performativos no meio do programa. Percebi ontem que ele salta da sua cadeira de comentador sempre que lhe apetece fazer uma atuação para captar a atenção do telespectador. Podemos dele esperar uma dança, um rastejar sexy, um piscar de olho súbtil.

. Cláudio Ramos envia SMS durante a emissão e, quando o chamam a atenção (e continuamos em televisão, claro) diz que está a trabalhar. Nós percebemos, Cláudio, acredita.

. Cláudio Ramos tem mais graça do que qualquer uma das pessoas que apresenta consigo, e eu acho sinceramente que ele veio quebrar alguns dos sérios tabus em televisão. E fá-lo de forma natural e espontânea.

Por muito que ouça cobras e lagartos dele,  eu  assumo aqui que gosto desta Diva.

Podia ser claramente uma das minhas.

Love,

D.