Diva e Detalhes na Cozinha.

Existem momentos determinantes na nossa vida. Alturas em que percebemos que, afinal, dentro de um ovo está uma gema nunca antes vista. Há detalhes na cozinha que, se dermos conta, podem ajudar-nos muito a sermos felizes na divisão mais cansativa da casa. Sem grandes tachos e panelas, é possível fazer milagres.

Este foi um ano de descobertas realmente profundas no que diz respeito à culinária.

Ei-las:

Couscous

Com azeite, água e estes pequenos grãos, que na roda alimentar estão entre o arroz e a massa, em 3 minutos temos marmita para trabalho. Curiosamente, acompanham muito bem com nuggets de frango. Outros que, em apenas 6 minutos no microondas, estão igualmente pret a manger. E para aqueles que dizem “ai eu não uso esse objeto do demónio por causa das emissões de radiação” – Falamos quando apanharem cancro no pulmão sem nunca terem fumado um único cigarro. A vida é sádica meus amigos. Desenganem-se.

 

Tostas Mistas com Maionese e Dijon.

Foi um dia bonito aquele em que descobri que uma tosta mista com maionese e mostarda Dijon se transforma no melhor Croque Monsieur de Paris. É incrível como estes simplórios molhos numa tostadeira, e com muito queijo, se revelam um manjar dos Deuses. Cai muito bem ao jantar, sabe ainda melhor durante uma ressaca.

E tudo isto com apenas 1500 calorias… Quem diria…?!

Quem não aprecia Dijon deve continuar a comer Panrico com marmelada. Seus maricas.

 

Salsa verdadeira em tudo e todos

Há uns tempos, enquanto cozinhava em casa de um amigo, perguntei-lhe se tinha salsa. Respondeu-me: “Claro! Uso sempre ervas” e encaminhou-me para a prateleira dos frascos (e não dos frescos). Dei por mim a confundir salsa com oregãos. Intrigada, aceitei. Dei-lhe a dica que, às vezes, as coisas frescas fazem alguma diferença.  Não me adiantei muito visto que não sou julgadora e como couscous com nuggets. Porém a salsa foi uma descoberta. Dá aquele ar natura aos pratos… Faz de uma miserável massa com atum uma verdadeira pasta di tonno fresco!

 

Delícias do Mar

Desde pequena que ouço falar mal das pobres coitadas. Dizem que são a escumalha do mar e que são feitas com os restos de toda a merda que se apanha no oceano e arredores. Basicamente são vistas como uma espécie de salsichas marítimas nada “nobres”. Não fosse eu amiga dos desfavorecidos, voto a favor delas. São maravilhosas frescas, assim quase congeladas, banhadas em maionese ou colocadas entre duas fatias de pão escuro e um ovo cozido. São práticas, singelas e sabem a sapateira.

 

Só sugestões saudáveis.

Quem? Ágata Roquete?

Não conheço.

 

Love,

D.

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